Arquivo de Exames laboratoriais

Doença de Crohn – O que é?

Categoria(s): Dicionário, Distúrbios digestivos, Exames laboratoriais


Doença de CrohnA doença foi descrita pela primeira vez em 1932 pelo Dr. Burril B. Crohn, da cidade de Nova York, e é caracterizada por uma inflamação crônica que afeta a mucosa intestinal. Ocorre mais freqüentemente entre os 10 e 40 anos, atingindo igualmente homens e mulheres. A causa da doença é desconhecida, porém as teorias recentes incluem fatores genéticos, infecciosos e imunológicos. Fatores psicológicos são provavelmente primários, mas podem estar envolvidos com a doença.

Os pacientes com doença de Crohn comumente se apresentam com diarréia, dor no quadrante inferior direito do abdome com massa inflamatória, febre e perda de peso. Esses pacientes, geralmente são fumantes e têm ulcerações aftosas ou lineares discretas com áreas de inflamação descontínuas ou salteadas. Granulomas não caseosos vistos na histopatologia (figura abaixo) são encontrados em 30% desses pacientes. Os pacientes podem se apresentar com ulceração, estenose, formação de fístulas e abscesso intestinal. Manifestam-se, comumente, por diarréia, anemia, enterorragia e dor abdominal. O diagnóstico é clínico e pode ser confirmado por colonoscopia.

Teste laboratorial HLA B27 – O HLA B27 está presente em 50% dos pacientes com doença de Crohn e retocolite ulcerativa idiopática .

A causa mais comum de diarréia osmótica é a má-absorção de lactose por deficiência enzimática (lactase). A deficiência da lactase pode ser congênita ou secundária a infecção viral, giardíase, espru celíaco ou doença de Crohn.

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Hemocromatose – Como é feito o dignóstico?

Categoria(s): Distúrbios genéticos, Distúrbios hematológicos, Exames laboratoriais


Devemos pensar em excesso de ferro no organismo quando uma das seguintes situações existirem no paciente:

1- Anemias com sobrecarga de ferro
2- Talassemia major
3- Sideroblastose
4- Anemias hemolíticas crônicas
5- Sobrecarga de ferro alimentar
6- Hemotransfusões múltiplas
7- Cirrose alcoólica
11- Após derivação porto-cava

Avaliação laboratorial

O nível de saturação de transferrina e a dosagem de ferritina são virtualmente diagnósticos de hemocromatose. O teste genético para mutação no gene HFE é caro e não está amplamente disponível. A biópsia hepática, para avaliar a carga de ferro, é o próximo passo após a realização destes testes.

Os exames laboratoriais para avaliar as complicações da hemocromatose são: Glicemia, Hematócrito, Hemoglobina, Sorologia para hepatite C, Sorologia para hepatite B, Pesquisa de anticorpo anti-ilhota de Langehans, eletroforese de hemoglobina, Ferro Sérico, Ferritina, Transferrina, TGO – TGP – Gama GT, Fosfatase-Alcalina, Bilirrubinas, Alfa Feto proteína, Lipoproteína-A, apolipoproteina B , TNS alfa 1 (fator de necrose tumoral), cortisol e ACTH.

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Ácido úrico elevado – Qual causa?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Distúrbios metabólicos, Distúrbios osteoarticulares, Exames laboratoriais


Etiologia

A hiperuricemia pode estar ligada a outras causas não gotosas. Torna se, portanto, necessário estabelecer o diagnóstico diferencial entre a hiperuricemia primária assintomática, seja a que precede o primeiro episódio da doença, seja a observada no período intercrítico da hiperuricemia assintomática secundária a outras situações mórbidas, como: hemopatias mieloproliferativas, anemia hemolítica, psoríase, sarcoidose, disfunção renal, intoxicação alcoólica, cetoacidose diabética, acidose láctica, doença por depósito de glicogênio tipo I, hipo e hiperparatireoidismo, hipotireoidismo, sedentarismo, jejum prolongado ou ainda utilização de drogas como salicilatos em baixas doses, diuréticos tiazíclicos, penicilina e corticosteróides.

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